
As aventuras dos "Sopinha de Perna Aberta", um grupo de 5 pessoas provenientes de várias zonas do país, que se reuniu por acaso para tocar acordeão no baile da aldeia de Picha. Este grupo já passou também pela aldeia Budeira e claro, pela Putaria, essa bela localidade. Está a puta armada, pois claro.
O novo membro da Família, Doutor Mamas, é bastante versátil. Faz coisas plásticas como meter e tirar mamas, tapar fracturas expostas com peles do cu ou esculpir vaginas em transsexuais. Também aumenta pilas (mas isso é com carinhos). Para além disso, trouxe consigo pratos e copos, batas brancas para brincarmos aos médicos, e coça barriguinhas. E tudo isto enquanto está ocupado a ser paneleiro.








Recentemente, depois de jantar, panteras e shishas, houve quem decidisse pegar fogo à casa. E qual é o melhor método de o fazer: assar chouriço (negrito) na sala, em cima de uma toalha de plástico, perto de guardanapos, bebidas alcóolicas e outras coisas ardíveis.
"Ah, ó pra mim, tenho uma labareda a chamuscar-me os pêlos públicos e álcool à mão de semear, porque gosto de explosões e tenho preguiça de aparar a pintelheira".
Tenho uma música para esta situação:
Versão 1.2 - Chouriço de perna aberta. A Sopinha está fora de moda.
Por fim, o acto e o prazer de comer chouriço. Negro, e comprido. Por minutos, fomos transportados para uma realidade alternativa, onde se assam chouriços, sem medos... sem stress.



Cá está aquela que foi, até agora, a princesinha do Couchsurf. A que provocou mais baba, e que ganhou o título de princesa. É claro que não há bela sem senão, e a tia também veio, com o seu bigodaço, tapando os ombros da sobrinha de olhares masculinos esfomeados. São as duas umas porreiras: meet Kat, Johanna, e os porquinhos de massa. Directamente da Polónia, para a mansão do Deboche.

Entre alemães, um belga, Cotoveladas, Zés, Lilas, Ineses, e mais, conseguimos entrar no Guinesse pelo maior Fight na categoria "mesas demasiado pequenas para tanta gente". O objectivo agora, para curto prazo, é ultrapassar esta marca, comprando mais uma mesa. A alternativa é começar a meter pessoal em cima das mesas que já existem, mas aviso desde já que quem quer que se ofereça, terá de o fazer sem roupa, e com o cavalo-cueca enfiado, relinchando por uma apertadela no focinho.
O paizinho e a mãezinha (respectivamente), e a manta em que toda a gente se enrola nela e que nunca foi lavada desde que habitamos no nosso humilde estabelecimento. Acrescento que muito se peida debaixo daquilo, mas não digo nomes, porque todos já o fizemos.
É contagiante, é uma febre, quase uma religião, o famoso Fight. Feito por 9 pessoas, é quase um recorde nacional. Mas o Fight da frente merece o estatudo do mais fantasmagórico e assustador. A herança tailandesa permanece, ao longo de séculos, na mansão do deboche.
Assim é difícil ter um jantar sério e tranquilo. Andam os homens aí a dar coisas pra lamber, e outros homens a aceitar. Não admira que a Joana esteja a fazer aquela cara, não deve ser a primeira vez que assiste a uma situação embaraçante destas entre o namorado e outro homem.

Esta sequência de imagens é tão fantástica que não tenho comentários a deixar. Apenas quero deixar uma referência ao mordomo que traz a garrafa de vinho. Tal e qual? E também quero dizer que ele tava possuído plo Diabo, é a única explicação que arranjo para isto. Quando é que se perdeu o respeito nesta casa?